;(
Caminhando pela ponte, desabotoava-me daquilo que faz doer.
Sempre soube que não querias ter partido. Ainda e assim, nunca.
Nunca imaginei, nem nunca poderia imaginar que tivesse havido tamanho sofrimento. Fui capaz de o pressentir, contudo, daquela forma...
De cabeça cabisbaixa, entretida a pensar em ti, com o coração triste, passo sobre passo na ponte. E ao fundo, por acaso, no último degrau, a subir, na minha direcção, surge o Tiago com o seu sorriso calmo e olhar meigo. Um cumprimento e uma troca de palavras, sentidos. Sei que não pode ter sido coincidência. A lei da casualidade jamais condensa instantes destes: de reaconchego.
A certeza de que o céu tem a Baixa-Chiado da tua imaginação, por onde podes agora passear...

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