terça-feira, setembro 19, 2006

A céu aberto

Não existem barreiras nem muros que nos confinem.

Perante o brilho dourado escancarado para o infinito de Ser e de Sentir, sem limites, a brisa que nos trespassa... Percorre-me a leveza do toque dos cabelos que voluteiam e nos afagam o rosto assim como a suavidade das nossas mãos entrelaçadas (palma com palma), em convergência, pelo mundo das emoções …