Encontros ocasio-nocturnos
Gosto de encontros assim, de ver amigos de quem tenho saudades.
Tinha combinado encontrar-me com uma Amiga, no fim do turno da tarde de sexta-feira, e aproveitar a sua “humilde boleia” até casa. Estava contente por poder estar um bocadinho com a Mara e poder partilhar coisas com ela… E eis que a Mara, entretanto, liga ao Ricardo e somos aliciadas a ir ter com ele. Paragem pelo Saldanha, pelo estamine do «Rebal», um porreiraço. O Ricardo estava com um Amigo, o Hugo, e assim teve início uma noite entusiasmante, com o prazer de um cachimbo de água, de uns crepes com gelado de baunilha regado com chocolate e de umas jolas sem álcool.
Progredimos incursão nocturna com a Mara a fazer uma grande entrada na rotunda da Rua da Estefânia e com o Ricardo a estacionar o carro perpendicularmente a todos os outros ;)
A paragem que se avizinhou foi a Tasca dos Marinheiros. Uma mesa, a companhia uns dos outros, imperiais, uma folha branca e uma caneta, e ainda um estonteante brainstorming megalómano, idiota de tantas as ideias fervilhantes… O destino apresentou-nos o SinghSingh, e a partir daí, creio que tudo mudou: a nossa noite foi outra! Agora vamos esperar uns dias para ver o resultado final. Mas parece-me que este foi o princípio de um grande princípio… O Ricardo fez um bom negócio: comprou um peixinho azul que brilhava.
Depois ligámos à Sara que estava por ali perto. E a Sara veio ao nosso encontro com a Joana e com o Fernando, ficando assim reunidas as condições ideiais para a continuação de uma noite, grande. A pé, prosseguimos e fomos ter aos salgadinhos e aos croissants com chocolate, para aconchegar o estômago. Conhecemos o Capitão (não me lembro do resto do nome), uma personagem “típica” do Bairro Alto, que desejou fotografar o Ricardo. Depois parámos à porta das Primas e conhecemos o Filipe, outra personagem, que se encantou pela estudante de engenharia, Mara…;)
A noite foi nossa... com conversas intermináveis que sabem sempre a pouco, com aquelas peripécias que só acontecem a pessoas especiais, com os sinais de trânsito a não existirem, com o Ricardo como co-piloto, com a Sara a tentar definir percentagens sobre tendências (...), com a Mara a esforçar-se para cantar Adriana Calcanhoto às 4h20m … Não podia ter matado saudades da melhor maneira. Uma noite “quentinha” no regaço da vossa companhia e dos vossos sorrisos… Soube bem. Soube a reencontro. E os reencontros aquecem-nos o coração.
Tinha combinado encontrar-me com uma Amiga, no fim do turno da tarde de sexta-feira, e aproveitar a sua “humilde boleia” até casa. Estava contente por poder estar um bocadinho com a Mara e poder partilhar coisas com ela… E eis que a Mara, entretanto, liga ao Ricardo e somos aliciadas a ir ter com ele. Paragem pelo Saldanha, pelo estamine do «Rebal», um porreiraço. O Ricardo estava com um Amigo, o Hugo, e assim teve início uma noite entusiasmante, com o prazer de um cachimbo de água, de uns crepes com gelado de baunilha regado com chocolate e de umas jolas sem álcool.
Progredimos incursão nocturna com a Mara a fazer uma grande entrada na rotunda da Rua da Estefânia e com o Ricardo a estacionar o carro perpendicularmente a todos os outros ;)
A paragem que se avizinhou foi a Tasca dos Marinheiros. Uma mesa, a companhia uns dos outros, imperiais, uma folha branca e uma caneta, e ainda um estonteante brainstorming megalómano, idiota de tantas as ideias fervilhantes… O destino apresentou-nos o SinghSingh, e a partir daí, creio que tudo mudou: a nossa noite foi outra! Agora vamos esperar uns dias para ver o resultado final. Mas parece-me que este foi o princípio de um grande princípio… O Ricardo fez um bom negócio: comprou um peixinho azul que brilhava.
Depois ligámos à Sara que estava por ali perto. E a Sara veio ao nosso encontro com a Joana e com o Fernando, ficando assim reunidas as condições ideiais para a continuação de uma noite, grande. A pé, prosseguimos e fomos ter aos salgadinhos e aos croissants com chocolate, para aconchegar o estômago. Conhecemos o Capitão (não me lembro do resto do nome), uma personagem “típica” do Bairro Alto, que desejou fotografar o Ricardo. Depois parámos à porta das Primas e conhecemos o Filipe, outra personagem, que se encantou pela estudante de engenharia, Mara…;)
A noite foi nossa... com conversas intermináveis que sabem sempre a pouco, com aquelas peripécias que só acontecem a pessoas especiais, com os sinais de trânsito a não existirem, com o Ricardo como co-piloto, com a Sara a tentar definir percentagens sobre tendências (...), com a Mara a esforçar-se para cantar Adriana Calcanhoto às 4h20m … Não podia ter matado saudades da melhor maneira. Uma noite “quentinha” no regaço da vossa companhia e dos vossos sorrisos… Soube bem. Soube a reencontro. E os reencontros aquecem-nos o coração.

2 Comments:
Ola ** =)
Eu sei q prometi q escrevia um postal.. mas como n sei a morada.. mando te um beijinho por aqui.. directamente de Maiorca =)
Vou ter q ficar por aqui no post.. porque a net aqui e paga ao segundo :S e ja so tenho um minuto..
Beijinhos**
Devagar
Obrigado por tudo, e especialmente pela companhia, sempre magistral;) Brusco?! Jamais...
Ficarei à espera (ansiosamente) do singsing...
Gostei muito do post "a verdade escorre-me como água líquida pelas bochechas" mas não tenho resposta para a pergunta que deixaste em suspenso, que até me parece ser uma pergunta retórica, porque lá no fundo tu sabes a resposta...
Um enorme beijinho ;)
Dias de paz e de sorrisos para ti e também para as crianças de quem cuidas...
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