Comer, Orar e Amar
Conheci o livro através de um amigo: do José Ramalho.
Gostei deste filme pelo pulsar da vida, pela a ambivalência, pela indefinição, pelas escolhas que podemos ou não fazer a cada momento, as quais serão sempre derradeiras...
Um outro pormenor que me fez realmente gostar deste filme foi o facto de perceber o quanto se pode crescer (quando já somos crescidos), o quanto as pessoas que estão à nossa volta são importantes ao impulsionarem-nos a tornarmo-nos melhores pessoas...
Ficou ainda a pairar em mim todas aquelas imagens – pequenos detalhes que nos fazem parar – de querer transportar para o nosso futuro aquilo que não queremos perder com o passado (porque nos fizemos com ele)...
Achei amorosas todas as cenas de puro dolce fare niente: o prazer de saborear, de passear, de degustar, de gozar o sol de uma esplanada, de cozinhar, de ver um jogo de futebol, de ir ás compras, de estar com os amigos, de uma refeição alargada, de andar de bicicleta, de reflectir/pensar/meditar, de se estar só absorto nos nossos pensamentos, de fazer aquilo que num ímpeto nos apetece...

1 Comments:
Ainda não vi o filme mas só por ter este senhor na banda sonora, sou capaz de o ver brevemente. Boa escolha de vídeo!
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